Não me ofertem flores
a obsoleta desocupação das flores,
os vasos em ruínas por regar,
a morte sem possível indulto,
o nascimento à mão de quem as deixa morrer,
o coração que se parte,
o chão que deixa de ser raso,
o perfume que desvive,
a morte artificial,
desnatural.
Não me ofertem flores!
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